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Sincronização de Conteúdo com rsync

Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida

Data de Publicação: 30 de Setembro de 2003

Nos dias de hoje, com os dados em sistemas computadorizados sendo atualizados constantemente ao longo das 24 horas do dia, surgiu a necessidade de se fazer a replicação de conteúdo de forma mais ágil e que permita a recuperação quase imediata de informações.

Eu uso com frequência o rsync para fazer estas tarefas. Desde a replicação de dados pessoais em outros computadores até o backup de sistemas inteiros.

A sintaxe é bastante simples. Alguns exemplos:

  rsync -avz -e ssh acme.com.br:/home/queiroz .

O comando acima irá copiar, no diretório corrente, todo o diretório chamado /home/queiroz. Já o comando

  rsync -avz -e ssh acme.com.br:/home/queiroz/ .

irá copiar apenas o conteúdo do diretório /home/queiroz

As diretivas usadas significam:

  • a - archive, basicamente indica que voce quer que a cópia seja recursiva e que tudo seja preservado (links simbólicos, por exemplo).
  • v - verbose, escreva tudo que estiver fazendo
  • z - compactar os arquivos transferidos
  • e - especifica a shell remota a ser usada, no nosso caso, ssh, o que garante que os dados serão transmitidos usando criptografia

    O comando rsync possui uma grande vantagem: ele copia apenas o que mudou na árvore de diretórios. De um arquivo modificado ele irá transferir apenas o blocos novos ou alterados.

    Antes de transferir os dados, faz uma comparação do arquivo na origem e no destino. Os arquivos são quebrados em segmentos e os seus checksums são comparados. Os pedaços cujos checksums forem diferentes são transmitidos.

    Em um mundo em que os computadores estão ficando cada vez mais baratos, o rsync pode ser uma alternativa, entre as muitas existentes, de se manter um espelho de uma máquina de produção. Em caso de falhas, a máquina espelho assume rapidamente o lugar da máquina principal.

    O rsync foi escrito pelo mesmo criador do Samba, Andréw Tridgell.

De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo. Vdaerde!



 

 

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